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Manchester United sonha com uma recuperação, Arsenal mantém a liderança.

O Arsenal chega ao dérbi inglês com uma vantagem significativa em termos de pontos, forma e consistência. A equipe de Mikel Arteta lidera a tabela da liga e mantém um retrospecto impressionante em casa: invicta no Emirates desde o início da temporada, com 14 vitórias em 16 jogos e raramente sofrendo mais de um gol por partida.

A vitória por 3 a 1 no estádio da Inter de Milão, no meio da semana, pela Liga dos Campeões, reforçou ainda mais a crença de que o Arsenal atingiu um estágio de maturidade em termos de caráter e experiência, estando pronto para conquistar todas as competições nesta temporada, após muitos anos de seca de títulos.

O ponto forte mais notável do Arsenal no momento reside em suas opções de ataque cada vez mais robustas e diversificadas. O retorno de Gabriel Jesus proporciona a Arteta um atacante experiente, versátil e com boa capacidade de pressão, enquanto Kai Havertz oferece mais uma solução ofensiva após se recuperar de lesão.

Mais importante ainda, o Arsenal não depende de um único jogador, já que Martinelli, Trossard e Bukayo Saka mantêm uma consistência impressionante na marcação de gols. O recém-contratado Viktor Gyokeres está se adaptando rapidamente e se tornando uma ameaça formidável no ataque, graças às suas arrancadas poderosas e à sua versatilidade na finalização. Atrás do ataque, o apoio do meio-campo com Declan Rice, Mikel Merino e Martin Odegaard ajuda o Arsenal a controlar o jogo, manter uma alta intensidade ofensiva e pressionar constantemente os adversários. Esse equilíbrio entre força, técnica e organização torna o Arsenal um adversário muito difícil para qualquer defesa.

Contudo, o Manchester United não chegou ao Emirates Stadium como azarão. A vitória por 2 a 0 sobre o Manchester City no dérbi de Manchester havia dado aos “Red Devils” um novo fôlego. Mais importante ainda, foi uma vitória que demonstrou claramente a marca tática do técnico interino Michael Carrick, com o United jogando um futebol disciplinado, pragmático e, ao mesmo tempo, eficaz.

O confronto entre Arsenal e Manchester United definirá muitos objetivos para ambas as equipes. Foto: GET AI

Sob o comando de Carrick, o Manchester United deixou de tentar impor seu jogo com uma pressão intensa e generalizada, priorizando, em vez disso, uma formação compacta e com transições rápidas. Essa abordagem permitiu maximizar a velocidade e a criatividade do ataque reformulado. Amad, Dorgu e Mbeumo proporcionavam imprevisibilidade por meio de sua aceleração e movimentação sem a bola, enquanto Bruno Fernandes retornou à sua posição de “camisa 10”, tornando-se o centro criativo da equipe.

A defesa do Manchester United também tem demonstrado uma estabilidade notável. Num sistema defensivo mais recuado, Harry Maguire destaca-se nos duelos aéreos e na percepção situacional, enquanto Lisandro Martínez contribui com agressividade e versatilidade. Embora seja cedo para afirmar que o Manchester United resolveu completamente os seus problemas defensivos, uma base sólida está a ser gradualmente construída.

O principal fator que dá ao Manchester United esperança de criar problemas para o Arsenal reside no seu meio-campo, onde a dupla Casemiro e Kobbie Mainoo tem a missão de controlar o ritmo da partida. Um é um veterano experiente, com muita calma e capacidade defensiva, enquanto o outro é cheio de energia e pronto para cobrir todo o campo. Essa combinação ajuda o Manchester United a manter sua formação, ao mesmo tempo que limita a criatividade do adversário.

Diante do forte meio-campo e dos numerosos jogadores de ataque do Arsenal, o Manchester United certamente estará sob imensa pressão. No entanto, se mantiver a disciplina, o foco e o espírito demonstrados no clássico de Manchester, os “Red Devils” certamente poderão causar consideráveis ​​dificuldades ao time da casa, especialmente em situações de contra-ataque.

O Arsenal ainda é considerado o favorito devido à sua estabilidade, elenco robusto e vantagem de jogar em casa. Mas o Manchester United de Carrick está mostrando que não é mais um time fácil de ser batido. A partida no Emirates Stadium, portanto, não se trata apenas de garantir três pontos, mas também de um teste crucial para as ambições do Arsenal de conquistar o título e para a recuperação do Manchester United.

Fonte: https://nld.com.vn/man-united-mo-hoi-sinh-arsenal-giu-ngoi-dau-1962601242038212.htm

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