Até R$ 1,8 milhão: fuga de ricos de Dubai triplica preços de voos em jatos

Todos os territórios ocupados e as bases criminosas dos Estados Unidos na região foram atingidos pelos potentes impactos dos mísseis iranianos. Esta operação continuará sem descanso até que o inimigo seja derrotado de forma decisiva Guarda Revolucionária do Irã
Fumaça em Dubai Imagem: Acervo pessoal
A cidade de Dubai, sinônimo de luxo e segurança no Oriente Médio, foi um dos locais atingidos pelo ataque iraniano. O segundo aeroporto mais movimentado do mundo sofreu danos com evacuação parcial e interrupção total de voos, e quatro funcionários ficaram feridos. Hotéis cinco estrelas e torres de prédios pegaram fogo, atingidos por alguns dos mais de 200 drones e 137 mísseis balísticos que visaram apenas os Emirados Árabes, segundo o Ministério da Defesa.
Aos países da região: não estamos buscando atacá-los. Mas quando as bases localizadas em seu país são usadas contra nós, e quando os Estados Unidos realizam operações na região contando com essas forças, então atacaremos essas bases. Pois essas bases não fazem parte do território desses países; na verdade, são solo americano Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã
O Irã vê essa ofensiva como uma das maneiras mais eficazes de retaliação. Em primeiro lugar, essas bases estão firmemente ao alcance de seus mísseis balísticos mais abundantes. As bases no Golfo também têm valor estratégico significativo para os EUA, como a base atingida no Bahrein no fim de semana, por exemplo, que era a sede da Quinta Frota da Marinha dos EUA.
A estratégia, segundo análise da imprensa britânica, seria tornar a região menos estável e garantir que todos os seus vizinhos sintam isso. “É efetivamente jurar que, se as operações continuarem, a paz e a prosperidade relativas que o Golfo desfrutou chegarão ao fim”, diz trecho de reportagem do jornal britânico The Independent.




