Os 100 edifícios do último meio século português no MAC/CCB

Cinco jardins-de-infância na Guiné-Bissau desenhados pelo Colectivo Mel, um bom exemplo de autoconstrução e do envolvimento da comunidade no processo. Três chafarizes erguidos em Luanda por Paulo Moreira, exemplificando que a arquitectura também se faz de pequenos gestos solidários. Uma casa de sabor brutalista feita por Francisco de Conceição Silva, arquitecto que se exilou no Brasil depois do 25 de Abril. São três exemplos entre as 100 obras que podem ser vistas na exposição Habitar Portugal 1974-2024, uma iniciativa da Ordem dos Arquitectos (OA) em colaboração com o Museu de Arte Contemporânea do Centro Cultural de Belém (MAC/CCB), em Lisboa, que na sua sétima edição se dedicou a fazer uma panorâmica sobre a produção dos arquitectos portugueses após o 25 de Abril de 1974, ou seja, no último meio século, incluindo a realizada fora das fronteiras nacionais.
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