Sadovski: “O primeiro é horroroso, mas ‘Mortal Kombat II’ é vibrante”

Sadovski resumiu o problema do filme antecessor com uma contradição básica: para ele, a história não entregava aquilo que o título prometia. “É muito ruim. É um Mortal Kombat que não tem o Mortal Kombat”, disse ele.
Na avaliação do comentarista, a continuação também se aproxima do tom do videogame ao assumir uma violência “de mentirinha” e ao costurar referências do jogo dentro da narrativa, sem depender de “fan service”.
Tem aquele clima um pouco mais violento que o jogo tem. Uma violência de mentirinha. Muita coisa do jogo está presente no filme, mas não é de uma forma idiota, está integrado na história. Até as coisas mais cafonas, como você ter o marcador de vida no céu de quem está ganhando mais faz sentido.
Roberto Sadovski
O apresentador Yuri Moraes acrescentou que o filme não tenta se vender como “marco do cinema”, mas funciona como entretenimento, com um universo que conversa com quem cresceu jogando a franquia: “É um filme que respeita bastante os fãs de videogame, cria um universo que é interessante, é divertido até o fim”.
Sadovski também destacou a escolha de Johnny Cage como ponto de ancoragem da trama. Ele disse que o personagem ganha um arco dramático e ajuda o público a acompanhar o enredo.
Tem um protagonista, tem um personagem que tem um arco dramático, tem uma história, a gente consegue se ancorar em alguém pra acompanhar a história, que é o Johnny Cage.
Roberto Sadovski




