Por que Luisa Stefani joga apenas duplas no tênis? Entenda a escolha da brasileira

Um dos principais nomes do tênis brasileiro na atualidade, Luisa Stefani se tornou referência nas competições de duplas. Durante a campanha em Wimbledon, muitos torcedores se perguntam por que a paulista não disputa torneios de simples e concentra sua carreira apenas nas duplas.
A decisão está ligada tanto às características do seu jogo quanto ao planejamento adotado ao longo da carreira.
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Por que Luisa Stefani não joga simples?
Luisa Stefani iniciou a carreira disputando torneios de simples e duplas, como acontece com a maioria das tenistas. No entanto, conforme evoluiu no circuito profissional, percebeu que poderia alcançar melhores resultados ao se especializar nas duplas.
O estilo de jogo da brasileira, marcado por um saque consistente, bom voleio e rapidez na rede, se encaixa perfeitamente na modalidade. A partir dessa escolha, ela passou a dedicar treinamentos, calendário e preparação exclusivamente às duplas.
Especialização trouxe resultados
A estratégia rapidamente deu resultado. Luisa Stefani conquistou títulos importantes no circuito da WTA, entrou para o grupo das melhores duplistas do mundo e venceu o Australian Open de 2023 nas duplas mistas, ao lado de Rafael Matos.
Além disso, conquistou a medalha de bronze nas duplas femininas dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, ao lado de Laura Pigossi, garantindo a primeira medalha olímpica da história do tênis brasileiro.
Lesão também influenciou a carreira
Em 2021, Luisa sofreu uma grave lesão no ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho direito durante o US Open. Após um longo período de recuperação, a brasileira manteve o foco exclusivo nas duplas, modalidade que já era sua prioridade antes da contusão.
Desde o retorno às quadras, ela voltou a disputar os principais torneios do circuito, conquistou novos títulos e permaneceu entre as principais duplistas da WTA.
Foco nos Grand Slams
Com a especialização, Luisa Stefani passou a direcionar toda a temporada para os maiores torneios do calendário, como Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open.
A campanha em Wimbledon ao lado da canadense Gabriela Dabrowski é mais um exemplo de como a escolha pelas duplas transformou a brasileira em uma das atletas mais competitivas da modalidade no cenário internacional.




