Ele já está em Portugal: 8 curiosidades que não conhece sobre Bad Bunny

O intérprete porto-riquenho chega a Portugal para dois concertos no Estádio da Luz, nos dias 26 e 27 de maio, no âmbito da tour “DeBÍ TiRAR MáS FOToS”. Aqui ficam oito curiosidades sobre Bad Bunny que, de acordo com fotos partilhadas nos redes sociais por alguns fãs, já está no nosso país.
Tudo começou com uma foto
O famoso apelido Bad Bunny surge de uma fotografia de infância, na qual estava vestido com um fato de coelho, parecendo irritado. Achou a situação divertida e adotou Bad Bunny como nome profissional. Foi em 2020 que fez a revelação. Apareceu no talk show norte-americano “The Tonight Show Starring Jimmy Fallon” com a imagem e justificou: “Quando era um menino na escola, tive de vestir-me de coelho, e há uma foto minha com uma expressão aborrecida. Quando a vi, pensei que deveria dar-me um nome”. Bad Bunny percebeu que “é um nome que iria vender bem”. “Um coelho é algo tão comum que pensei para comigo: ‘cada vez que alguém vir um, vai lembrar-se da minha música’!”
No coro da igreja
Entre os cinco e os 13 anos, participou no coro da igreja e até fazia concertos na varanda, levando os vizinhos a uma pausa para o ouvir cantar.
Empacotava alimentos no supermercado
Enquanto trabalhava nas músicas de forma independente – carregava-as no SoundCloud – Benito Antonio Martínez Ocasio, o nome verdadeiro do artista, tinha um part-time como empacotador num supermercado local em Porto Rico chamado Econo Plaza Vega Baja. Ao mesmo tempo, estudava Comunicação Audiovisual na Universidade de Porto Rico, em Arecibo.
Envolvido em protestos políticos
Em 2019, Bad Bunny juntou-se ao rapper Residente e à cantora iLe para lançar a canção de protesto “Afilando los Cuchillos” (“Afiando as facas”), para integrar as manifestações contra o então governador de Porto Rico, Ricardo Rosselló. A canção é uma crítica contra o político, que acabou por demitir-se do cargo após várias semanas de protestos. Bad Bunny chegou mesmo a fazer uma pausa na digressão europeia para juntar-se aos protestos em San Juan, juntamente com outros artistas como Ricky Martin.
Assume que não é grande coisa no desporto
Desde mencionar figuras do beisebol como Juan Soto a superestrelas da NBA como LeBron James, os desportos têm sido sempre uma inspiração central nas rimas e trocadilhos de Bad Bunny. Mas o artista assume que não é bom nos desportos. “Venho de Porto Rico e há uma grande cultura desportiva lá. Cresci a ver desportos, mas a praticar desportos sou muito mau”, referiu numa entrevista.
Há cursos inspirados no artista
Em 2022, à medida que a importância cultural de Bad Bunny crescia, universidades nos Estados Unidos começaram a desenvolver cursos para estudar o impacto do artista. Primeiro, surgiu o curso do Wellesley College, chamado “Bad Bunny: Raça, Género e Império no Reggaetón”. Em 2023, a Loyola Marymount University avançou com o curso “Bad Bunny e Resistência em Porto Rico”. No ano passado, após o lançamento do álbum “DtMF”, o impacto cultural e social de Bad Bunny foi analisado e estudado na Universidade de Yale no curso “Bad Bunny: Estéticas Musicais e Política”.
Entrega os álbuns em cima da hora
Numa entrevista com o podcaster Chente Ydrach, Bad Bunny revelou que terminou o álbum vencedor de um Grammy apenas um dia antes da data de lançamento. O artista confessou que detalhes de músicas como “CAFé CON RON” ainda estavam a ser trabalhados dias antes de serem publicadas nas plataformas de streaming. “Termino todos os meus álbuns no dia antes de saírem. É algo que tenho tentado não fazer, mas é a minha maneira”, assumiu em entrevista à revista “Vogue”.
E a banda preferida é…
A música de Bad Bunny presta homenagem a todos os géneros e sons com os quais cresceu – desde reggaeton e merengue até salsa e bachata. Mas houve uma banda com quem formou uma relação profunda e que escapa a esse âmbito musical: os Bee Gees. “Chegou uma altura em que eu só ouvia os Bee Gees”, admite. “Bee Gees, Bee Gees, Bee Gees. E clássicos do rap da Costa Oeste”, disse à revista “Rolling Stone”.




