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Paulo Vinicius Coelho (PVC): Franceses tratam Bayern como maldição em clássico do futebol atual

Hoje, um time multinacional, de apenas três jogadores nascidos em território gaulês: Zaire-Emery, Doué e Dembélé. O Bayern, de quatro alemães, Jonathan Tah, Pavlovic, Musiala e Kimmich. O clássico das quartas-de-final da Copa do Mundo de Clubes, vencido pelos franceses com gols Doué e Dembélé, ou da fase de liga desta Champions, ganho pelos alemães no Parc des Princes.

O jogo não representa o que há de melhor no futebol atual só pelas seleções multinacionais.

Também pelo jogo coletivo.

Especialmente o Paris Saint-Germain, vice-campeão da Champions quando teve Neymar e Mbappé juntos na final perdida para o Bayern, vencedor cinco anos mais tarde com Dembélé, Kvaratskhelia e Doué. O estilo coletivo está ainda mais presente no Bayern, dono do melhor ataque da história da Bundesliga, com 113 gols em 31 jogos, média assustadora de 3,6 por partida.

Na Champions League, o duelo é dos dois melhores ataques, 38 gols para cada lado, mais precisão do Bayern que marcou em duas partidas a menos, por não ter necessitado do duelo da repescagem — os parisientes enfrentaram o Monaco, nos playoffs, por terem terminado a fase de liga em 11º lugar.

O duelo é o símbolo de um tempo em que os craques individualmente importam menos do que a capacidade coletiva. Mbappé sai do Paris Saint-Gemain e o clube franco-catari ganha a Champions na temporada seguinte, enquanto o Real Madrid se paralisa sem vencer nem na Europa nem na Espanha por duas temporadas seguida.

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